Inadimplência e a crise: O que fazer para não entrar para as estatísticas?

Homem preocupado com sua inadimplência durante a crise.

A inadimplência ainda é um problema que afeta grande parcela dos brasileiros. Com o período da crise, os riscos financeiros cresceram. Mas como evitar entrar para as estatísticas que assombram o país? E como sair delas, caso já tenha caído em sua rede?

Preparamos esse artigo para te explicar de forma simples o que realmente significa estar inadimplente, afinal, nesses momentos, o que a gente menos precisa é se enrolar mais. Então vem com a gente!

  1. A inadimplência e a crise;
  2. O que pode ser considerado inadimplência?
  3. No que a inadimplência pode resultar?
  4. Como fugir da inadimplência;
  1. A inadimplência e a crise:

Durante a crise social que se estabeleceu ao redor do mundo devido a pandemia da Covid-19 muitas áreas importantes para as finanças foram afetadas. Além das formas de compra e dos preços em si, e a subida em taxas de referência do mercado, como a Selic, diversas pessoas perderam seus empregos ou tiveram que adaptar e fechar os seus negócios, causando perda de dinheiro. E a perda de dinheiro, consequentemente, significa mais dívidas. 

Em 2020, no início da pandemia, para a surpresa dos economistas, o número de inadimplentes no Brasil sofreu uma queda após quatro anos, chegando a 61,3 milhões de brasileiros. No entanto, segundo dados da Serasa e do SPC, esse número tornou a crescer no primeiro semestre de 2021, atingindo 63 milhões de brasileiros. 

Essa parcela inadimplente representa mais de 39% da população do país. Mas o que realmente significa estar inadimplente? 

  1. O que pode ser considerado inadimplência?

Ao contrário do que muita gente pensa, a inadimplência não acontece apenas quando alguém deve um banco ou uma instituição financeira. Também é possível ficar inadimplente com lojas, contratos de aluguel e até mesmo com o governo.

A inadimplência é, em sua essência, o descumprimento de alguma obrigação financeira que acarreta em um saldo devedor que pode conter altos juros. No Brasil, também é comum dizer que a pessoa inadimplente está com o “nome sujo”. Isso porque, órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa, SPC e Boa Vista, podem vir a restringir nome e CPF do devedor. 

E é claro que ninguém quer ficar com o “nome sujo” por nenhum motivo, mas é bom estar ciente de que essa restrição pode causar diversos empecilhos. 

  1. No que a inadimplência pode resultar?

Para quem está inadimplente, transações, movimentações e investimentos podem ser dificultados. Os bancos e instituições em geral tendem a “suspeitar” de quem está com o nome sujo na praça. 

Algumas consequências da inadimplência podem ser:

  • Queda do Score de Crédito, que dificulta movimentações financeiras;
  • Dificuldade para abrir conta corrente e adquirir cartão de crédito;
  • O banco pode solicitar o bloqueio de emissão de talões do seu cheque, caso você já possua uma conta;
  • Empréstimos e solicitações de crédito são quase sempre negadas para pessoas negativadas;
  • Dificuldade no financiamento de qualquer tipo de bens, como casa e automóvel.

Por essas e outras, é sempre bom se planejar e fugir de qualquer risco de ter o seu nome negativado. Mas, caso aconteça, não se desespere! Trace um plano de soluções e invista em alternativas mais assertivas. 

Neste artigo explicamos como se livrar da inadimplência de maneira objetiva ou utilizando uma solução de crédito com garantia:

Usando o refinanciamento de imóvel para renegociar suas dívidas.

Mas caso você queira evitar ficar inadimplente, ou esteja apostando em investimentos de risco, vale seguir algumas dicas.

  1. Como fugir da inadimplência?

Para evitar o nome sujo, é preciso planejamento, principalmente quando você está apostando em algum investimento. Algumas dicas são:

  • Anote gastos, mesmo que pequenos;
  • Imponha limites pessoais de valores que podem ser gastos;
  • Coloque todas as contas fixas no papel e deixe o dinheiro necessário separado;
  • Reserve uma boa parte da quantia necessária antes de realizar alguma compra grande;
  • Converse sempre com o seu banco, consulte seu saldo e seus limites com frequência;
  • Não conte com valores que ainda não tem, principalmente em períodos de crise;
  • Se puder, tenha um plano B para a sua renda;
  • Não faça pequenos empréstimos para pagar grandes dívidas. Eles não resolvem, e só se acumulam.

Além disso, é preciso lembrar que existem maneiras seguras de conseguir crédito, por exemplo, que facilitam o seu pagamento. Supondo que você quer investir em outro imóvel ou conseguir capital de giro para o seu negócio, é muito mais confortável apostar em modalidades como o refinanciamento, que garante menos taxas, menos juros e mais prazo. Assim, você evita se enrolar e fazer empréstimos que não pode pagar. 

Caso você acabe ficando preso às dívidas, lembre-se que é possível renegociá-las. Isso deve ser feito de maneira formal e rápida, para evitar que cresçam. 

Lidar com o financeiro é sempre um desafio para o brasileiro. Nos momentos de crise, nós precisamos planejar duas vezes mais, e contar com soluções seguras e instituições que ofereçam facilidade, transparência e qualidade. 

Para mais dicas, informações e visão do mercado financeiro, continue acompanhando a Keycash no blog e nas redes sociais.

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