Investimentos para iniciantes: dicas e modalidades para começar

Dois homens de terno analisando um gráfico no computador.

Começar a investir pode parecer um desafio, principalmente se você não sabe qual deve ser seu ponto inicial. No entanto, essa prática traz muitos benefícios para a vida financeira, e a gente garante que você fica cada vez mais confortável para investir e diversificar sua carteira!

Nos nossos conteúdos, temos alguns textos que também podem te ajudar na jornada dos investimentos. Talvez você goste de conferir:

Educação financeira e crédito imobiliário – como aprender para investir;

CDBs e RDBs – O que são e qual a diferença?

5 coisas que você precisa saber antes de investir em ações;

Neste artigo, vamos falar com você que quer começar a investir, abordando o que você precisa saber e quais modalidades são recomendadas para quem está começando. Vamos lá!

Planejamento e conhecimento de perfil:

Quando ainda não é um costume, investir pode parecer complicado, mas a realidade é que três coisas são exigidas, principalmente quando você está começando: cautela, estudo e planejamento. Tudo isso alinhado, pode fazer com que fazer parte do mundo dos investimentos seja muito fácil!

Primeiramente, é preciso ter cautela para não apostar em qualquer modalidade sobre a qual um amigo falou, ou só porque está em alta no mercado. Conheça, antes de qualquer coisa, o seu perfil de investidor. É ele quem vai te dizer quais formatos de investimento condizem com a sua personalidade e realidade financeira. 

Depois, é hora de estudar as modalidades recomendadas para o seu perfil e, mais do que isso, buscar conhecer o mercado. Verifique gráficos e dados dos últimos meses – e até anos – dos investimentos escolhidos, veja seus altos e baixos e identifique o que podem ser ameaças e vantagens. 

Logo, é hora de planejar! Faça uma relação entre o mínimo de valor a ser investido,  as possibilidades de rendimento e suas finanças como um todo. Assim, você vai saber quanto pode investir. Lembre-se também de estipular uma média de rendimento para um determinado período, definindo quais são os seus objetivos em cada modalidade. Com isso, fica mais claro para você quais investimentos valem a pena. 

Outra coisa importante, é ter constância nos aportes que você faz. Não adianta nada, você fazer um aporte único uma vez, e esperar rendimentos crescentes.O ideal, é sempre investir um pouco todos os meses. 

O que considerar antes de começar?

Sabendo de tudo isso, você vai descobrir qual investimento realmente deve considerar. Antes de chegar a uma conclusão definitiva, precisa levar em conta alguns fatores:

  • Liquidez: é do que o tempo que um investimento demora para cair na sua conta depois que é resgatado;
  • Segurança: o que está ligado a diversos detalhes particulares de cada modalidade, que podem ir desde a instituição financeira a qual o investimento está ligado até o risco de queda de rendimentos ou títulos. Sendo assim, a segurança engloba a proteção dos seus dados e integridade do investimento, mas também o seu bem-estar financeiro;
  • Taxas: é importante conhecer bem as taxas do mercado que podem influenciar alguns investimentos, como a Selic. Além disso, algumas modalidades possuem taxas extras de manutenção da conta, que pode ser feita pelos profissionais da sua instituição financeira;

Outra coisa a se considerar é a proteção do investimento e a sua situação financeira caso ele não dê tantos rendimentos quanto o planejado. E sobre isso, existem dois pontos que merecem sua atenção!

Reserva de emergência e proteção do FGC:

Antes de mais nada, mesmo quando se trata de investimentos de baixo risco, ter uma reserva de emergência pode te ajudar a lidar melhor com qualquer expectativa mantida em relação aos investimentos, e ainda te ajudar a investir mais, caso surja uma boa oportunidade.

Em nosso conteúdo especial sobre o tema, já apontamos porque a reserva é uma boa ideia em diversas operações envolvendo finanças. Vale a pena conferir:

Mitos e verdades sobre a reserva de emergência – saiba como administrar a sua

A reserva de emergência também é um item de segurança, mas além dela, existe outro fator importante aplicado em algumas modalidades de investimento: o FGC. 

O Fundo Garantidor de Créditos está presente em uma boa parte dos investimentos recomendados para quem está começando. Entre outras coisas, ele garante que, caso a empresa que dá base ao investimento quebre, por exemplo, o investidor tenha seu dinheiro de volta. 

Sendo assim, optar por modalidades garantidas por ele pode ser uma boa escolha para começar! Saiba mais sobre o FGC:

O que é FGC? – Como funciona e o que é garantido;

Modalidades para começar

Algumas modalidades são recomendadas para quem está começando de maneira geral, mesmo que seja sempre mais recomendado se basear no seu perfil.

Os investimentos de renda fixa costumam unir todos os itens “fundamentais” que citamos lá no começo: liquidez fácil de identificar, e com isso, mais tranquilidade para planejar, além de serem considerados de menor risco, e por isso, mais seguros. 

As opções de investimentos mais recomendadas para iniciantes são:

  • CDB (Certificado de Depósito Bancário): funciona como um empréstimo seu para o banco. A instituição usa o seu dinheiro investido para financiar suas atividades, em troca de um rendimento em forma de “juros” por esse empréstimo, que cai diretamente na sua conta. 
  • LCIs e LCAs: são bem parecidos com o CDB, e também funcionam como um empréstimo para a instituição financeira, mas com outros objetivos. O LCI é um investimento que empresta para a área de imóveis, e o LCA, para o agronegócio. Para escolher qual é o melhor para você, é importante considerar o prazo de liquidez e o valor de rendimento. Não deixe de acompanhar os mercados a que estão ligados!
  • Fundo de investimento de renda fixa: esse tipo de investimento acontece de modo coletivo por intermédio de um gestor. Como profissional, é esse gestor quem decide onde é melhor investir o dinheiro para ter mais rentabilidade e, em seguida, os rendimentos são divididos com base no seu valor de investimento. Para apostar nessa modalidade, é preciso conhecer muito bem o histórico do gestor, analisar o mercado e ficar atento às taxas de administração.
  • Tesouro Selic: é considerado um dos investimentos mais populares para quem está começando. Ele possui baixo risco e seus rendimentos estão diretamente ligados à taxa Selic, que é a principal taxa da economia brasileira. Por isso, vale prestar atenção nela e estudar a modalidade antes de começar. Para explicar de um jeito prático, investir no tesouro é como emprestar dinheiro para o governo, e receber rendimentos por meio de juros vindos desse empréstimo. 

Para entender melhor sobre esses e outros formatos de investimentos, você pode conferir nossos conteúdos especiais:

CDBS de liquidez diária – Saiba como investir!

Entenda o Fundo de Investimento Imobiliário – o que são os FIIs e como investir

FIDC – como funciona o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios

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