Fluxo de caixa: como fazer? – Dicas para controlar seu financeiro!

O fluxo de caixa é uma das ferramentas mais utilizadas no mundo da economia, por profissionais, ou não. 

Quem tem um negócio, ou simplesmente lida com muita movimentação financeira, como investidores, pessoas que administram as contas da casa, ou os bens, sabe a diferença que ter controle sobre cada transação pode fazer. 

E para ficar de olho no histórico financeiro, é fundamental conhecer bem esse fluxo. Então, se você ainda não é um adepto, ou quer entender melhor esse universo, esse texto é para você!

  1. O que é fluxo de caixa?
  2. Qual é a importância do fluxo de caixa?
  3. Tipos de fluxo de caixa;
  4. Como fazer fluxo de caixa;
  1. O que é fluxo de caixa?

Fluxo de caixa nada mais é do que uma forma de controlar saídas e entradas financeiras, desde as menores até as maiores. Com ele, é possível realizar o monitoramento estratégico das finanças do seu negócio, dos seus investimentos e até mesmo do seu dia a dia. 

Este acompanhamento e atualização pode ser realizado periodicamente, a depender da necessidade. Ou seja, você pode fazer desde anotações diárias, até anuais. 

Com isso, fica mais fácil determinar planos financeiros, identificar possíveis erros, conhecer as forças e fraquezas do seu negócio, e até saber qual produto traz lucro e em quê pode realizar cortes.

Além disso, no que diz respeito aos negócios, essa ferramenta pode fazer toda a diferença para as tomadas de decisões, possuindo diversas importâncias no ponto de vista de especialistas. 

  1. Qual é a importância do fluxo de caixa?

Em nosso artigo sobre precificação nós já abordamos a forma como um produto pode trazer mais ou menos lucro. Se você ainda não conferiu, dá uma olhada:

Como precificar um produto – entenda o melhor jeito de fazer a precificação;

O fluxo de caixa é fundamental para garantir que toda a estratégia financeira de um negócio esteja bem balanceada. Isso significa que de nada adianta definir bem os preços e não realizar o controle da entrada e saída financeira para a produção, ou arrecadação com as vendas. 

Além disso, o fluxo de caixa serve para prevenir o empreendedor. Se seus resultados forem satisfatórios e positivos, significa que é possível investir mais, aumentar a produção, ou a renda. 

Por outro lado, se o fluxo estiver negativo, é o momento de pensar em novas alternativas, identificar possíveis economias e até mesmo decisões maiores, como empréstimos. 

Ou seja, através dessa ferramenta, o empreendedor, ou investidor, consegue ter uma visão geral do seu histórico de gastos e vendas, e descobrir onde está acertando e onde precisa trabalhar mais. 

  1. Tipos de fluxo de caixa:

Para facilitar a adequação a cada necessidade e negócio, e a cada perfil de empreendedor, existem diferentes tipos de fluxo de caixa. Os mais comuns deles são:

Fluxo de caixa direto: é talvez o mais utilizado, pelo menos na área corporativa, principalmente por sua facilidade de monitoração, inclusive por quem não tem tanta experiência. É um fluxo que contém informações simples e diretas, fáceis de se encontrar, como: 

  • Recebimentos (dos clientes e não clientes);
  • Pagamentos (fornecedores, funcionários, contas);
  • Juros pagos;
  • Imposto de renda;
  • Juros e dividendos recebidos.

Assim, é fácil controlar as entradas e saídas de um jeito simples, e não muito detalhado. Funciona bem para empresas que não possuem muitas variáveis.

Fluxo de caixa indireto: é baseado na análise do Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE), que fornece um resumo dos lucros e prejuízos da empresa. 

Ele apresenta um relatório do fluxo financeiro líquido de quantias que estão relacionadas ao lucro final, mas que não pertencem ao caixa, como contas a pagar, investimentos, financiamentos, atividades operacionais como amortizações e negociações. Por isso, é chamado de indireto. 

Fluxo de caixa livre: se baseia na quantia em caixa que ficou “livre” após o pagamento de todas as pendências e contas, e tem como objetivo gerar um relatório de lucro da empresa a curto, médio e longo prazo. 

Ele funciona a partir de gráficos de linha, que comparam os lucros em prazos de 60 a 90 dias, e 2 a 5 anos, para estabelecer uma média, identificar problemas e apontar bons resultados, sempre observando as modificações, investimentos, pagamentos e recebimentos, para avaliar alternativas caso os resultados sejam negativos, e melhorias caso sejam positivos. 

Além destes mais usados, também existem fluxos de caixa descontados, projetados, operacionais e para investimentos. 

  1. Como fazer fluxo de caixa: 

O fluxo de caixa pode ser feito de diversas maneiras, a depender da sua preferência e frequência de movimentações financeiras. O esquema pode se basear em gráficos, planilhas, anotações em documentos digitais e até mesmo livros caixas, que podem, mais tarde, ser transferidos para programas. 

Se você procura mais assertividade e simplicidade nas finanças, é sempre recomendado contar com a ajuda de profissionais da contabilidade. 

Um fluxo de caixa simplificado pode ser realizado a depender da necessidade e volume de movimentações da empresa. Por exemplo, se no final do dia muitas saídas e entradas são realizadas, é fundamental anotar diariamente. Qualquer pequeno detalhe pode causar erros no balanço, ou ser a salvação para determinado problema. 

Além disso, é sempre indicado anotar gastos, retiradas, empréstimos e alterações, mesmo que pequenas. Assim, é possível identificar alterações mínimas, e saber tomar decisões mais rápidas. 

Quer conferir mais dicas sobre empreendimento, controle de caixa e investimentos? Confira nossa sessão especial para o empreendedor no blog:

Keycash Empreendedorismo;
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